É minha gente! Depois de tanto falatório, tanta especulação, tantos anos de espera… Parece que a banda mais querida da atualidade vai aterissar em solo tupiniquim.
Pro Tecnologic
•novembro 7, 2008 • Deixe um comentário
Não conhecia essa mulher, mas achei demais a forma como ela usa os recursos. Simples e eficiente.
Dica by blip por @ladybug
O improvável toma forma: Amy está finalizando novo disco
•novembro 4, 2008 • 1 ComentárioMulheres super-poderosas
•outubro 31, 2008 • 1 Comentário“Rock Me Baby
Essa duas gatas são o “ás” na manga de Tibira e Facundo Guerra para fazer a semana do Vegas começar com o pé direito, o esquerdo e o que mais tiver no meio da porta. A jornalista Manuela Rahal e a arquiteta Isabel Nassif tocam rock e estreiam na segunda-feira a noite MoshMondays. O fundamento? Tá no nome: jogação.”
Nota: Caderno2 Estado de São Paulo dia 30/10
Não preciso nem falara nada, né? As “duas gatas” em questão são queridas amigas. O projeto que elas iniciam na segunda, MoshMondays saiu da cabecinha roquenroll dessas duas malucas! Preciso dizer que segunda vou me jogar lá?
Serviço: MoshMondays
Segundas, sempre!
Rock and roll, sempre!
Clube Vegas!
Filme/Festa Ao Vivo
•outubro 31, 2008 • 1 ComentárioSinopse: Sofia sonhava tanto em ser famosa, que uma noite é selcionada por um Reality-Show que transmite sonhos ao vivo. Perseguida pelo pai, o namorado, o apresentador de tv e a equipe do programa, ela foge de casa em direção à liberdade.
Com: Mel Lisboa, Paulo César Pereio, Antônio Abujamrra e Luiciano Gatti
Direção: Pepe Siffredi e Antonio Guerino
Direção de Fotografia: Alziro Barbosa
Pessoas desse Brasilzão!
Alguns amigos acabam de finalizar um curta-metragem, vai rolar nessa sexta-feira (31/10) a única exibição do filme em São Paulo (ao menos por enquanto) porque o filme vai viajar por festivais mundo afora.
A exibição do filme será seguida de uma balada/coquetel/drinks. Então nada mais justo do que todos nós participarmos desse evento, aproveitarmos para nos encontrar e debater essa conjuntura!
O som da festa é por minha conta, estarei no comando do som e prometo um set anti-estresse para expurgarmos todo o mal!
É um evento para todos nós celebrarmos o cinema, a música e o que mais a gente quiser!
Ric.
O Saldo Final – Tim Festival 2008
•outubro 28, 2008 • Deixe um comentárioO saldo final de todo Tim Festival foi positivo, com alguns problemas, que sempre acabam acontecendo e nós fazemos um esforço para entender, por saber que organizar um festival desse tamanho não é tarefa fácil. Mas com a certeza de que alguns detalhes, podem as vezes parecer bobagem, mas ajudam para que tudo tenha uma unidade e um clima propício.
Para as próximas edições, consertar o que deu errado e continuar com os acertos é uma boa dica. Analisar o que funcionou e o que não funcionou não é tarefa simples, mas possível e passível de mudanças. Ouvi muita gente elogiando a estrutura, o lugar, o tamanho, e também ouvi muitas pessoas reclamando das mesmas coisas, agradar a todos nunca foi fácil e não será, mas minimizar erros tornam as coisas mais gerais. A música entre uma banda e outra deve ser pensada, contextualizada, não simplesmente jogada de qualquer maneira. As atrações devem ser organizadas de maneira que o público consiga juntar seus interesses, e não cumprir uma maratona para ver seus artistas preferidos, pagando preços exorbitantes. Por mais que as pessoas sejam surdas e não percebam um monte de pataquadas sonoras, os curadores e organizadores de um festival desse porte tem a obrigação de oferecer um som de melhor qualidade.
Um festival que leva o nome de uma marca pretende agregar valor ao seu produto, tenho a impressão que certas vezes o tiro sai pela culatra, e o que acaba acontecendo é que a marca não agrega nenhum valor para si, e ainda muitas vezes consegue o efeito contrário.
Aguardemos os próximos festivais e sempre esperemos o melhor!
Tim Festival – 25/10 – Manhã e Ponte Brooklin
•outubro 28, 2008 • Deixe um comentário
Sábado de manhã. (25/10)
Acordei e fui ao Parque Ibirapuera assistir ao colossal Sonny Rollins. Um sol de rachar, pessoas sentadas na grama, cachorros aproveitando o passeio de seus donos, algumas cervejas geladas… Enfim, um clima magnífico, tranqüilo, leve, para ver um dos maiores expoentes do Jazz que ainda habita esse plano. E não tinha como ser melhor, de andar vagaroso e uma corcunda que denuncia sua idade, Sonny Rollins ainda é capaz de fazer seu sax soar como o de um jovem virgem, ávido pela vida. Muito agradável, tocou temas grandiosos como “Strode Rode” de seu estupendo álbum Saxophone Colossus, de 1956, “In a Sentimental Mood” e no bis para minha surpresa e de muitos que não assistiram o show do Auditório, Sonny Rollins mandou “Isn’t She Lovely?” do também genial Stevie Wonder.
Sábado.. 25/10
A noite retornei ao parque para fechar minha andança musical pelo Tim Festival 2008. Estava bem cansado, isso pode ter afetado minha análise dos shows da Ponte Brooklin.
Me encontrava ainda do lado de fora quando os rapazes do “Cérebro Eletrônico” subiram ao palco, fiquei ouvindo tomando uma cerveja do lado de fora, e a cada minuto mais convencido de que deveria entrar logo para ver. Mas não deu tempo, o show começou 20:58hs e terminou 21:32hs, pouco mais de meia-hora, achei muito pouco, o tempo da minha cerveja e já era, perdi a chance de ver Tatá Aeroplano e seus comparsas no palco do Tim Festival, uma pena, porque tudo que ouvi soou muito bem, com energia, humor e competência.
A hora do The National. Ouço por aí pessoas maravilhadas com esse show, sou obrigado a discordar. Achei um pé no saco! O vocalista com um tom de Ian Curtis (Joy Division) depois de morto, é de fuder. A banda é redondinha, se entende, harmoniosa, mas o vocal e suas linhas melódicas de funeral me irritam um bocado, aquele ar nerd/maltratado, chorando e reclamando da vida. Dá licença! De amargura já basta um monte de problemas que temos que enfrentar todo dia. Bola pra frente rapaziada!
Enfim o momento derradeiro, MGMT, os queridinhos de Nova Iorque pisaram no palco do Tim Festival e como anunciado fizeram um show psicodélico. Em muitos momentos senti referências explícitas à bandas como Led Zeppelin, Pink Floyd, Doors. Uma volta aos anos 60/70, rock de guitarras pesadas, solos lisérgicos. Fiquei surpreso com a performance ao vivo do grupo, levaram o show de maneira concisa e nos momentos que tocavam seus hits, deixavam a platéia eufórica. O momento mais eletrônico do show quando eles tocaram “Kids” (pra mim a melhor música do disco de estréia deles) foi bem interessante, fiquei com vontade de ver um disco inteiro da dupla, mais dedicado a sonoridades eletrônicas.
Tim Festival – 24/10 – Tim Festa
•outubro 28, 2008 • Deixe um comentárioSexta-feira. (24/10)
Impossível chegar no horário que começariam as atrações. 19hs, esse era o horário estabelecido pelo Tim Festival para dar início às apresentações. Consegui chegar por volta das 20hs, quando adentrei o ambiente estava rolando a apresentação do DJ Dan Deacon, que com muito bom humor e espírito coletivo fez uma espécie de interação com o público. Tocava suas músicas, e com um microfone pedia que a platéia executasse algumas brincadeiras, isso fez com que o clima ficasse leve, agradável e divertido para que na seqüência os integrantes do Gogol Bordello pudessem comandar uma verdadeira festa cigana.
Muita energia, integrantes em plena sintonia, som feito com qualidade e conhecimento, esses são alguns dos ingredientes que fizeram com que a apresentação do Gogol Bordello terminasse numa completa catarse. Nesses momentos de intensa experiência musical, penso que imagens e sons podem falar por muitas palavras.
Não fiquei para ver o Dj Yoda, uma pena, porque ouvi falar muito bem. Na verdade a atração entre o Gogol Bordello e o Dj Yoda me expulsou do evento, um tal de Dj Switch, afff!! deprimente, me senti por uns momentos nas baladas trash da nossa Vila Olímpia, lamentável.
Tim Festival 23/10 – Quinta-feira – New Raves?
•outubro 28, 2008 • Deixe um comentárioUma grande arena com buracos em seu carpete vermelho, para que árvores possam continuar sobrevivendo durante o evento, latas de coleta seletiva, nenhum lugar para sentar a não ser no chão, banheiros patrocinados por uma grande marca e que se mantiveram limpos (dentro do possível) e nenhum cinzeiro para jogar bitucas, assim é o ambiente oferecido pelo Tim Festival. Tudo bem que num evento fechado, pressupõem que não seja permitido fumar, mas isso também não fica claro visualmente, tampouco é coibido por seguranças do local.
Outro ponto negativo para a organização do festival, como é de costume no Brasil, a qualidade sonora oferecida por um evento que chega a cobrar duzentos e cinqüenta reais do público chega a ser ofensiva. Converso com as pessoas e sei que muito poucas percebem algum erro, ruído ou má operação dos equipamentos, mas de fato isso é recorrente em quase todos os eventos de pequeno e grande porte.
Outro problema: todas as atividades devem estar encerradas até meia-noite, isso faz com que os shows comecem cedo, numa cidade que nem sempre é de fácil locomoção. As atividades se iniciam portanto, com um ambiente vazio e frio, e aos poucos vai pegando no tranco, azar de quem inicia, sorte de quem fecha a noite.
Enfim falemos de música
Quinta-feira (23/10)
Bem que os integrantes do Neon Neon tentaram, mas foi difícil animar uma platéia pequena, recém chegada e desconfiada.
Com uma atmosfera oitentista, carregada de sintetizadores, timbres eletrônicos, e linhas melódicas melancólicas, o Neon Neon iniciou a noite. A cada música que acabava ouvia-se uma voz em português carregado de sotaque dando algumas explicações e agradecendo ao público. Ao término da primeira música, “Neon Neon Theme”, a voz misteriosa avisa: “Este show é sobre a história de John De Lorean”, empresário que fundou a DeLorean Motor Company. O show seguiu com a banda fazendo versões mais pesadas do que as ouvidas no disco, mas sem empolgar os poucos que já estavam no local. Em dado momento um careca/cabeludo, barrigudo e com uma camiseta que deixava sua “barriguinha” à mostra surgiu no palco para fazer uma participação. Muito empolgado e repetindo palavras de amor ao Brasil e ao público, arrancou algumas risadas enquanto cantava “Trick 4 Treat”. Mas foi só, uma apresentação curta e morna foi o que o grupo conseguiu levar até o final.
Após uma hora de tentativas dos roadies para acertar todo aparato usado pelos ingleses dos Klaxons, enfim o show começa. Aos gritos, o vocalista e baixista da banda, Jamie Reynolds chama o público que muito animado corresponde. Seguiram o show tocando as músicas de seu único álbum, Myths of The Near Future, além de duas inéditas “Moonhead” e “Calm Trees”. Considero a apresentação do quarteto inglês medíocre, em estúdio eles soam bem melhor. Como banda boa, é banda que toca ao vivo, tenho a impressão de que com um bom produtor as coisas podem sair bem, mesmo com falta de talento e conhecimento. E foi assim até o fim, voltaram para um bis de duas músicas, na segunda “Four Horseman of 2012″ chamaram o gordinho/careca/cabeludo para pular no palco, muito engraçado, mas não salva uma apresentação fraca.
Ao término do show, um cordão de seguranças empurrava o público para fora da arena, realmente deprimente ser varrido do lugar.
Fico com a impressão de que são sucessões de erros da organização do Tim Festival, desde a escalação das atrações, do lugar, do horário, das escolhas. Talvez fosse legal que eles pensassem em uma coisa mais colaborativa, como o SkolBeats, abrir o canal entre público e organização, para fazer de fato, um festival que seja digno de figurar no lugar do extinto Free Jazz.
Brilhando no escuro, com muitas luzes
•outubro 23, 2008 • Deixe um comentárioPara quem não pode, ou não teve interesse em ir ontem (23/10), no show do Kanye West que rolou no Tim Festival em São Paulo, estou postando um vídeo gravado pelo UOl.
Eu particularmente não me empolgo em ir nesse show, mas confesso abestalhado, que fiquei impressionado com a parafernália multimídia do rapaz. Amigos que foram, voltaram espantados com a produça do show. Realmente deve ter sido, no mínimo, bonito de ver.
Matéria da Rolling Stone por Artur Tavares: Kanye West leva Tim Festival a outro planeta








